Player
Tocando Agora
Carregando...
NV ProdutoraAmiga NetA - Rede Sol AntunesOtica e Relojoaria ModeloCentral FarmaSunsafeFrd logística Sanessol novo prédioCentro Educacional ArcaBanner TS Esporte Clube

Prefeito veta lei que proíbe exigência de passaporte vacinal em Mirassol

Prefeito veta lei que proíbe exigência de passaporte vacinal em Mirassol

O projeto de lei que proíbe a exigência do passaporte da vacina contra a Covid-19 no município, de autoria dos vereadores Daniel Sotto e Fábio Kunii e aprovado no final de março, foi rejeitado pelo prefeito Edson Ermenegildo. O PL foi aprovado por sete vereadores, menos Júlio Salomão e Pinatto.

De acordo com o prefeito, o projeto “afronta medidas mais restritivas impostas pelo Estado de São Paulo e vai em desencontro com os entendimentos proferidos pelas Cortes Superiores do Brasil”.

Na justificativa do veto, ele diz que a imposição de restrições indiretas de maneira a amplificar a vacinação já foi debatida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiu que a vacinação forçosa é inconstitucional, mas que admitiu a vacinação compulsória por meio de restrições indiretas, como é o caso de restringir certos exercícios de atividades ou a frequência a lugares.

“Isto quer dizer que tendo o Estado de São Paulo concebido a necessidade de apresentação do passaporte vacinal, não deve um município paulista adotar medidas menos rigorosas”, concluiu.

O que diz o projeto

A proposta do Legislativo determinava que nenhuma pessoa fosse impedida de ingressar, permanecer e frequentar qualquer local de responsabilidade do município, seja por administração ou prestação de serviços, em razão de não ser vacinada.

“Fica garantido à pessoa que se recusar a inocular imunizante contra Covid-19 o direito integral de ir, vir e permanecer em espaços públicos de administração direta ou indireta do município sem relativização do direito em relação à pessoa vacinada”, destaca.

Durante a sessão, em março, o vereador Fábio Kunii , favorável ao projeto, usou um vídeo da deputada estadual Ana Campagnolo (PL/SC), que compara o passaporte vacinal à política nazista.

Sotto chegou questionar eficácia dos imunizantes. Para ele, e contrariando a ciência, a exigência do documento só seria exigível se “houvesse comprovação científica absoluta da eficácia desta imunização”, o que, de acordo com ele, “definitivamente, não é o caso”.

Com informações de Mirassol Online e Diário da Região

Comentários

Comentário enviado com sucesso!
Carregando comentários...